O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a citar e defender o ex-ditador do Iraque, Saddam Hussein, condenado a morte e executado...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a citar e defender o ex-ditador do Iraque, Saddam Hussein, condenado a morte e executado em 2006, por ser considerado culpado por crimes contra a humanidade devido ao assassinato de 148 xiitas na cidade de Dujail em 1982. Ao criticar a atuação militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. Durante entrevista à CNN, realizada na segunda-feira (21), Lula questionou a justificativa apresentada pelos americanos para a invasão do Iraque, em 2003, relacionada à existência de armas químicas.
Ao afirmar que Saddam Hussein foi morto e que armas químicas não foram encontradas, Lula criticou o que considera justificativas baseadas em mentiras para intervenções militares. A declaração repercutiu nas redes sociais, com críticos interpretando o discurso como uma defesa do antigo governante iraquiano.
"Mataram o Saddam Hussein e até agora não acharam uma arma química. Eu fico me perguntando até quando o mundo vai ficar subordinado à mentiras", concluiu.
A fala provocou reações entre internautas, que acusaram o presidente de adotar um discurso favorável a Saddam Hussein. Entretanto, na entrevista, Lula concentrou sua crítica na ausência de armas químicas encontradas no Iraque e na legitimidade das intervenções militares americanas.
A referência ao ex-ditador reacendeu o debate sobre a responsabilidade dos Estados Unidos na Guerra do Iraque e sobre os crimes cometidos durante o regime de Saddam Hussein.
Por SimaoDiasNews.com.br (Com informações da CNN Internacional / CNN Brasil)
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